quinta-feira, 27 de agosto de 2015

REFLEXÕES

BONS FRUTOS
Reclama o homem a sua liberdade, a de fazer e expressar-se como bem entende e de assim ser respeitado.
É necessário analisar com cuidado este pensamento, pois que, o homem tende a conduzir para os seus interesses tudo o que lhe massageia o orgulho e a vaidade.
A mediocridade costuma erguer um altar de culto a si mesma, acredita-se na direção certa e expõe-se a situações que podem trazer grandes comprometimentos futuros, assim, onde deveria haver satisfação colhe-se aborrecimentos e rechaços. No templo, em Delfos, a inscrição conhece-te a ti mesmo traduz uma das sagradas virtudes a se alcançar, o autoconhecimento.
Asseverou Jesus que: “uma arvore má não pode produzir bons frutos”. Antes de enveredar-se pelos caminhos que a ambição propõe melhor refletir se já se está capacitado ou se se possui o carisma que a posição almejada exige, do contrário, as reações, muito naturais das pessoas e os insucessos, mergulharão o candidato num clima de dissabores e desentendimentos.
Geralmente, aquele que não possui as qualidades ideais para este ou aquele empreendimento pessoal, sente-se perseguido pela opinião alheia, acha sempre que todos ou alguns estão contra seus desejos, lhe boicotando a caminhada. Mesmo que assim seja, é prudente não se lançar a qualquer realização antes de meditar, refletir... É muito comum que para que a árvore produza ela sofra “antes” a poda, para que os novos ramos surjam com todo o vigor e o viço necessário, e possam suportar o peso dos possíveis frutos que virão. Galhos velhos e defeituosos não aguentam o peso do desafio que os frutos propõem.
Por isso, pessoas despreparadas não suportam críticas e não possuem valores suficientes para manterem de pé o que estão tentando construir. Ao espelhar-se em quem está a caminho e acertando, bom lembrar que ao desejar imitar os seus feitos, não se lhe pode copiar os bons sentimentos. A sinceridade de propósitos e a verdade nas ações é que estão dando vida ao que eles estão produzindo.
Melhor trabalhar e aguardar o tempo próprio para florescer, pois ser livre não é atirar-se a fazer de tudo, mas a fazer bem e melhor o que se está fazendo, para que a vida propicie novos convites ao candidato ao sucesso.
EXEMPLIFICANDO A VERDADEIRA GRANDEZA, JESUS SE FEZ PEQUENO, SIGAMO-LO.

Autoria e responsabilidade: Adelvair David 

Estes artigos são publicados no jornal "FOLHA NOROESTE " 

REUNIÕES DA MOCIDADE IVAN DE ALBUQUERQUE - JALES,SP


ASSIM SÃO AS REUNIÕES DA MOCIDADE NA CASA DE MADÔ. Sempre aos domingos 10h (manhã).
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sábado, 8 de agosto de 2015

REFLEXÕES

A RETAGUARDA
É preciso coragem para mudar.
O jovem da parábola contada por Jesus, o filho pródigo, fugiu da casa do pai porque achava que tudo estava ruim e, tendo gastado o que possuía, observando que até os porcos tinham mais dignidade que ele, resolveu sair da “retaguarda” onde se encontrava e marchar na direção da casa do pai, onde teria novamente os benefícios e o amor que sempre teve.
Esta atitude, embora tenha sido forjada no sofrimento, é a mais prudente de se tomar, logo que se identifique o comportamento indevido perante a própria vida.
O homem gasta os tesouros da saúde, da inteligência e do sentimento, lamenta-se e deseja fugir aos desafios propostos pela vida para a sua iluminação. Acredita que Deus se enganou ou não se importa com ele, então se revolta e não tendo vontade de resistir às tendências inferiores da sua alma, deixa-se conduzir aos vícios e outros comportamentos nada recomendáveis moralmente falando, programando futuras consequências nos ambientes deteriorados da própria alma, experimentando desinteresse por tudo e por todos.
Há pouco tempo uma amiga lamentou-se dizendo que estava preocupada e com muito medo, pois era fumante e temia que a qualquer momento pudesse receber uma notícia não muito agradável dos médicos que já lhe haviam alertado para deixar de fumar.
É necessário deixar a retaguarda voluntária e caminhar na direção da casa do pai, que é a atitude de assumir os deveres da existência junto à família, o trabalho e o semelhante em qualquer grau. Também da religiosidade, oportunidade maior de treinar a caridade que lhe aquietará os anseios inferiores despertando os superiores, conduzindo-o a um ambiente íntimo de paz e realização, embora por fora possa estar experimentando alguma privação ou dificuldade.
Disse Jesus:  “...tinha-se perdido, e achou-se...”, o que significa que é melhor utilizarmos o livre arbítrio para fazermos nossas escolhas, achando por nossa decisão o caminho de volta, do que aguardar que nossa imprudência e inexperiência evolutiva nos conduza aos ambientes insalubres da dor, de onde será mais difícil retornar.
O IDEAL É SAIR DA RETAGUARDA, AGORA E SEMPRE NA DIREÇÃO DO PAI.

Autor: Adelvair David