sexta-feira, 10 de abril de 2015

NO TRATO COM A MEDIUNIDADE


DOUTRINADOR e ou DIALOGADOR
Quando tratamos do assunto doutrinação ou do dialogador em reunião mediúnica é importante ressaltar a necessidade do preparo que se deve ter para esta tarefa.
Ao contrário do que comumente se acredita, que basta a boa vontade e reta moral, os especialistas e também os espíritos quando tratam deste assunto, indicam que é preciso mais.
O dialogador/doutrinador, deve reunir a capacidade da lógica, do entendimento e da moral elevada. Pode acontecer de não ter tido oportunidade de desenvolve-las nesta vida, porém, as traga de outras existências, sendo assim, já reúna os requisitos necessários que no momento do trabalho o torne excelente tratador das questões relacionadas às dores alheias, auxiliando os espíritos sofredores ou obstinados no mal, com sentimento e apropriada argumentação. Isto pode ser percebido no trato com os encarnados, onde ele já manifesta esta maturidade, caso contrário sem reunir as condições apropriadas não é prudente aventurar-se na tarefa, pois além de não ser positivo poderá trazer embaraços pessoais e para o grupo.
No livro Trabalho Mediúnico, desafios e possibilidades, editado pela FEB, de autoria de Carlos Campetti e Vera Campetti, no item raciocínio, lógica e conhecimento, nas páginas 143 e 144, os autores dizem: “[...] o doutrinador precisa dispor de acesso a recursos de argumentação e de análise lógica, conhecimento de princípios de debate, ideias logicamente estruturadas, conceitos de vida elevados, exaustivamente racionalizados e outros recursos da mente de mesma natureza. Esses elementos serão utilizados como instrumento e trabalho para apoiar e, em muitos casos, até mesmo direcionar os irmãos infelizes para a descoberta de si mesmos, de suas necessidades e anseios, bem como para incentivá-los no rumo de aceitação de sua realidade e da busca de soluções e alternativas para o desenvolvimento de seu processo de renovação íntima.”
Dizem os autores, que o espírito Emmanuel salienta que “é imprescindível, reunir o sentimento ao raciocínio e à lógica”.
A doutrina espírita é a doutrina da razão e do sentimento e, é assim que compreendemos devam ser tratadas as questões que envolvem sua prática.
Adelvair David (Diretor de doutrina da Casa de Madô-Jales, SP).



4 comentários:

GISLAINE SANTOS disse...

No trato com a mediunidade é indispensável a Lei de amor!!

Adelvair David disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Adelvair David disse...

Se seguissimos Kardec não haveria problema. Livro de cabeceira do médium - O LIVRO DOS MÉDIUNS.

Edilson Borghi disse...

Por tudo isso, acredito ser importantíssimo o diálogo fraterno entre encarnados pois, o que difere esse tipo de colóquio com aquele desenvolvido nas reuniões mediúnicas é apenas o fato de estarmos em planos divefrentes - é claro que o irmão desencarnado, quando conhecedor de sua realidade, tem sua visão ampliada se comparada à nossa. Assim, tal "treino" poderá, acredito, facilitar o acesso a jnformações e recursos que necessitarmos ao dialogar com os irmãos do mundo real. Abraços de paz e luz. Edilson Borghi