terça-feira, 18 de novembro de 2014

ACONTECEU!



Neste domingo, dia 15 de novembro tivemos nosso 2º EMPAS - Encontro Madô de Passistas.
Foi nas dependências do Grupo Espírita Beneficente Maria Dolores de Jales,SP.
Momentos de sensibilização em torno da Postura do Passista e a Casa Espírita em relação ao Passe.


REFLEXÕES

AS RAZÕES DO MÉRITO E DO SENTIMENTO
Há muito o homem tenta responder para si mesmo a respeito do porquê, apesar de fazer muitas coisas, um vazio lhe toma conta das entranhas.
Uma vida cheia de compromissos, abarrotada de responsabilidades, recheada de oportunidades, pode significar quase nada para muita gente, em relação a sentir-se plenamente realizada e em paz.
Enquanto os que tinham muito davam muito dinheiro no gazofilácio, no templo, a pobre viúva doou tudo que tinha, as únicas moedas que lhe restavam, e Jesus informa que ela doara mais do que todos.
O que ela doou o fez com amor, esquecendo-se de si mesma pensando nas necessidades alheias. Dar do supérfluo, do que sobra, para aliviar a consciência é não fazê-lo com desinteresse e o único bem verdadeiro é o desinteressado, porque promove aquele que faz, edificando em seu coração valores imperecíveis que durarão para a eternidade do seu espírito. Quem dá apenas por dar sem se envolver afetivamente com o necessitado ganha mérito, mas quem dá com verdadeiro amor, com vontade de ver o outro feliz, edifica valores nobres na alma.
A questão não está na quantidade, mas na qualidade do que se dá ou do que se faz nesta vida. Uma senhora trabalhou 35 anos servindo os filhos indigentes de muitos sofredores, para depois declarar-se decepcionada com Deus, porque apesar de cuidar de tantos filhos alheios o seu pequeno perecera vitimado por uma doença e o criador não lhe salvou a vida. Dar sem esperar retribuição é plantar no solo da própria alma, é juntar tesouros no céu, ou seja no próprio coração bondoso, onde as traças não roem e os ladrões não roubam, garantindo a felicidade de quem assim procede.
Um homem que trabalhou muito, declara que o seu coração não está em nenhuma das coisas que conseguiu, que desejaria ter bem menos, mas ter o sorriso sincero que conseguia vislumbrar no rosto dos seus serviçais. Dizia ele: - Eles me servem com amor e dedicação, e eu lhes pago por dever e obrigação, sem nenhum esforço para isto, por mais justo que pareço ser, sinto que assim procedo para comprar-lhes a fidelidade e bom tratamento.
Sejam quais forem as razões que nos levem aos palcos desta ou daquela experiência humana, melhor realizar objetivando o bem de todos.
QUEM DIMINUI-SE NO SERVIÇO AO PRÓXIMO, MAIS DO QUE MÉRITO, ADQUIRE BONS

SENTIMENTOS.
Autor: Adelvair David  

sábado, 8 de novembro de 2014

vem aí o 2º EMPAS


OLÁ CAROS IRMÃOS
Está chegando nosso 2º EMPAS - Encontro Madô de Passistas.
Não é curso de passe.
É um momento para trocarmos experiências, falarmos de nossas vivências nesta abençoada tarefa, ouvirmos mensagens de motivação e recordar compromissos.
Será no dia 16 de novembro as 9h.
Local: na sede da Casa de Madô, o Grupo Espírita Beneficente Maria Dolores, sito à rua 19, nº 768, Bairro São Judas Tadeu - Jales,SP.
"O passe não é uma técnica é um jeito de viver".
Informações pelo email: addavid1@gmail.com (David)


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

REFLEXÕES


O CORAÇÃO E A RAZÃO
O tempo passa e permanece a criatura humana sem se dar conta do valor do sentimento, dos ditames do coração para a sua vida, devendo procurar melhorá-lo sempre.
O coração, de acordo com os sentimentos reinantes, determina rumos ao homem. Sem se dar conta do envolvimento positivo ou negativo age costumeiramente como que por impulso.
O coração necessita do consentimento da razão, ensinam os espíritos venerandos, tanto quanto a razão necessita do tempero que o coração oferece. Um e outro, comandando as ações isoladamente podem incorrer em erros simples ou lamentáveis, alguns sem que se possa corrigir com facilidade.
O coração se utilizando das emoções imaturas muito próprias dos sentimentos ainda em desenvolvimento, determina ao indivíduo que aja tomando partido, resolvendo simploriamente os fatos, pesando na encomia moral da criatura, quando a decisão não foi bem meditada. É notório que pode haver algo pedindo providências urgentes, mas daí sair-se de qualquer forma fazendo e desfazendo sem procurar inteirar-se das reais verdades e perigos, tem feito sofrer a muitos, que logo após tomarem uma atitude choram o que não podem mais mudar.
Um ancião, postou-se à frente do seu prédio em trajes miseráveis procurando despertar piedade. Um senhor, tomado de compaixão deu-lhe atenção e atendeu o seu único pedido, o de o levar até a ponte do Rio de Janeiro para Niterói, onde a muito desejava observar o mar e os navios, não tendo esta oportunidade porque suas pernas não ajudavam e não tinha quem o levasse. Após deixar o homem no local indicado, ficou sabendo no outro dia que um senhor de cabecinha branca havia se atirado da ponte, cometendo suicídio. Não soube ao certo se tinha família ou as razões do ocorrido, o que ponderou tristonho é que deveria ter procurado saber por ali, o porquê um homem com mais de 90 anos estava sozinho fazendo aquele pedido estranho.
Em todas as ações das nossas vidas é importante deixarmos o coração se compadecer das necessidades dos nossos irmãos, ou permitir que o amor flua das entranhas da alma para que a vida seja mais doce e pacificadora, mas é preciso em qualquer situação consultar a razão para que ela apresente sugestões ou argumentos a fim de que a decisão seja mais acertada. Nos momentos de constrangimentos dos sentimentos, quando ofendidos, ou diante de um enfrentamento ruim ou doloroso, deixar-se ao sabor dos impulsos do coração é possibilitar atos ou reações de que poderemos nos arrepender muito. As atitudes intempestivas provocadas pelos arroubos de emoções descontroladas nunca beneficiaram a ninguém. Se preciso for, melhor valer-se de um bom conselho com alguém ponderado, da leitura de uma página do evangelho de Jesus e ainda da prece, sempre conselheira nos momentos necessários.
O CORAÇÃO DEVE VOAR PARA AS BELEZAS DO INFINITO, MAS SEMPRE PRESO AO FIO DA RAZÃO QUE O MANTERÁ SEGURO PARA PODER RETORNAR EM PAZ.
Autor: Adelvair David