EVANGELHO DE LUZ

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150 ANOS DE O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

O codificador, certamente tomado por força singular e incompreensível, entregou-se docilmente aos propósitos do Cristo. Inspirado pelas mentes venerandas dos céus, fazendo uso do coração e da razão, em abril de 1864, implanta um marco significativo na história da humanidade.
Tudo correu em segredo, o próprio editor, o Sr. Didier, ficou sabendo do conteúdo quando da sua edição, então publicada com o título de “imitação do evangelho” na primeira edição e “O Evangelho segundo o Espiritismo” a partir da segunda edição. Allan Kardec oferece aos homens a belíssima mensagem de Jesus, comentada e também dissertada pelas entidades luminares que deixaram sua marca nas inequívocas explicações através dos capítulos que se  seguem. É a revivescência do cristianismo, sem alegorias, figuras de linguagem que possa dar lugar a falsas interpretações.
Allan Kardec, sem temor, despoja-se de si mesmo, da imagem pública, para ser o servo fiel e prestimoso do Senhor, deitando esperança a uma era de nova moral que deveria iniciar-se, ferindo frontalmente os interesses menores de tantos quantos fizeram, até então, da mensagem do divino Mestre um instrumento de dominação e usura.
No Evangelho Segundo o Espiritismo encontra-se a verdadeira doutrina ensinada pelo Cristo. Asseveraram os espíritos ao codificador que ele havia comido o pão branco principal e que, agora sim, era chegada a hora das dificuldades, a solidez das suas convicções e a sua fé como uma muralha de bronze, deveria resistir a todos os ataques, e assim foi, o missionário do Senhor ergueu de novo a bandeira do cristianismo, sob a fúria e os dardos dos perniciosos inconformados, e bravamente resistiu.
Neste ano de 2014, comemora-se 150 anos de luz para o homem do planeta terra. Em cada frase da obra, o surdo gemido dos mártires dos primeiros tempos, as lágrimas das mães que tinham os seus filhinhos arrancados dos braços para o testemunho do evangelho do Senhor, hoje, nós os cristãos modernos, através do sacrifício moral de Allan Kardec, temos a alegria de poder beber nesta fonte que dessedenta, de tomar deste alimento que fortifica a alma, para que nunca mais sintamos qualquer privação.
Após as trevas, eis então que surge a luz imperecível, a bondosa mão do Senhor repousa sobre a humanidade para a confirmação do bendito convite do Nazareno: “Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados e eu vos aliviarei”.
Salve Allan Kardec, bendita seja a obra que em nome do Cristo entregastes ao mundo. Salve o Evangelho Segundo o Espiritismo e Louvado seja para sempre o Cristo, nosso Senhor e Mestre que, como prometeu não nos deixou órfãos.

Autor:Adelvair David.

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