sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

REFLEXÕES


HÁBITO E CONSCIÊNCIA
Qualquer pessoa pode apresentar-se entre os seus carregando representações e brilho, sem nada possuir.
O verdadeiro mérito, aquele que faz eco na alma é o da autoridade que provém da moral e a ninguém pode ser conferido ou concedido, apenas conquistado.
Há que se perguntar ao homem o que ele faz com suas crenças e profissões de fé. Como viver com a ideia de Deus como ensinou Jesus mantendo comportamento odiento e maldoso para com o seu semelhante.
Uns dizem que trabalham em nome de Deus, outros que falam em nome d`Ele e ainda muitos dizem que governam em seu santo nome, porém, quando analisadas as atitudes que deveriam estar emolduradas pelos sentimentos que representam o Pai celestial, não encontramos nada mais do que os mesquinhos comportamentos de todos os tempos, confirmando a inferioridade moral em que ainda se compraz a humanidade.
Muitos espíritos retornaram ao orbe terrestre com o compromisso de servir, de auxiliar, de procurar amar. Enquanto seguem no relativo anonimato que não lhes permita brilho maior, caminham quase no roteiro da busca iluminativa; são mais ou menos humildes e se prestam a compartilhar mais suas forças de forma singela, porém, quando de alguma forma, recebem uma atribuição que os difere um pouco dos seus irmãos revelam a sua verdadeira natureza; o compromisso é logo esquecido e o homem velho de um passado não tão antigo assim toma forma na natureza da pessoa que passa a fazer tudo aquilo que não deveria.
Os hábitos negativos, arraigados, necessitam do homem muito mais que apenas promessas de melhoria. Somente com um esforço hercúleo conseguirá colocar em prática as atitudes nobres que deverão moldar-lhe um novo caráter e, para isto, não basta apenas querer, é preciso dedicação e compromisso consigo mesmo e com o semelhante, onde de forma alguma se permitirá, pelo menos conscientemente, fazer algo que lhe possa trazer prejuízo material, moral ou espiritual.
A consciência é um guia que adverte constantemente. Quem não mudar pelos apelos que dela recebe, mudará pelos da dor que a todos invade no momento e hora certa, chamando a criatura à sua devida modificação.
Com a brandura espalhamos o amor à nossa volta e atraímos colaboradores e forças novas para prosseguir sempre, com a dureza espalhamos constrangimento, ferimos e desnorteamos os outros, atraindo os desonestos que nos causarão muitas contrariedades.
HÁBITOS DE DOÇURA E BONDADE FORTALECEM E MANTEM A CONSCIÊNCIA ATIVA, QUE PERMANECERÁ SEMPRE LÚCIDA.

Autor: Adelvair David  

domingo, 9 de fevereiro de 2014

REFLEXÕES


AMIGO
[...] Chamei-vos meus amigos, porque vos tenho feito saber tudo o que aprendi de meu Pai (Jesus)
Jesus chama os seus discípulos de amigos, dando a mais alta significação à amizade.
Ele amou os seus amigos de tal forma que chegou a afirmar: Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Um sentido profundo acerca-se desta fala. Dar a vida significa dedicar a vida de todas as maneiras à quem acredita-se merecê-lo. É ter a coragem de aceitar o outro exatamente como ele é, sem julgamentos, sem censuras e sem qualquer condicionamento. Quem exige não dá a vida, muito menos poderá ser chamado de amigo, pelo menos não na concepção dos ensinamentos do mestre nazareno.
O amigo pode aceitar o outro apoiando, direcionando, amparando, dando-lhe o aconselhamento para que possa decidir melhor ou mudar de rumo se compreender que está no caminho errado, neste sentido, sem dúvida alguma, Jesus foi o amigo fiel, com um amor inconfundível, completamente desinteressado e dedicado.
Ao aconselhar: “amai-vos uns aos outros”, Ele anuncia que somente através da saudável convivência na amizade sincera, poderá o homem construir a sua própria felicidade e colaborar também com o crescimento alheio; aprendendo e ensinando, vendo-se refletido nas virtudes e defeitos daqueles com quem se relaciona, adquirirá medida mais justa para o bem proceder, educando o seu sentimento em construção; ninguém deve esperar encontrar absoluta nobreza nos outros. A humanidade se nivela em imperfeições, não sendo prudente transferir-se o controle da própria vida aos outros, atitude tão prejudicial quanto a de julgar. Quem julga não pode compreender, quem abdica do esforço na luta pela própria felicidade frustra-se; somente em Jesus encontrará o amigo perfeito e presente por toda a vida.
Elegendo Jesus como o amigo inseparável de todas as horas, o homem poderá se aconselhar constantemente com Ele. O hábito contínuo de fazê-lo trará mais segurança nas decisões, inspiração para o idealismo superior, tendo mais possibilidades de evitar o mal que deseja arrastá-lo; melhorará também o trânsito do pensamento que trará mais tranquilidade para o sentimento. Sempre que as paixões desejarem assumir o controle dos sentimentos, induzindo a equívocos comportamentais, um coração querido poderá auxiliar, porém, será prudente primeiro buscar n´Ele a resposta sem mácula.
Perguntado a um grupo de pessoas a respeito de quem tem Jesus como amigo de caminhada e costumeiramente se aconselha com Ele, poucos responderam fazê-lo completamente. A maioria só o busca em momentos que julgam de grande necessidade. Sem o Senhor Jesus como inseparável amigo de todas as horas, dificilmente terá a criatura humana discernimento completo para os enfrentamentos do cotidiano.
JESUS É O AMIGO DA HUMANIDADE.
Autor: Adelvair David