terça-feira, 11 de dezembro de 2012

REFLEXÕES



O MEDO DO FIM

Sobretudo em tempos de grande comoção pública, catástrofes ou na iminência delas, o homem pensa com parâmetros limitados incentivado pela insensatez.

É necessário que tudo se renove, por isso, a natureza possui a Lei de Destruição; é o declínio da matéria para dar lugar a outro fenômeno, o da renovação do espírito. A impossibilidade da eternidade no corpo é benção da Lei de Deus, para que o espírito possa recompor-se, reprogramar-se e assim assumir revigorado, em novo corpo, as tarefas de evolução para consigo e para com os seus irmãos, pelos séculos que se enfileiram.

O medo do fim do mundo, da morte, de perder o que se tem, de perder a saúde, o medo de perder os seus afetos são entendimentos que demonstram como é estreito o limite onde se encontra detido o sentimento humano. Acreditando que tudo se encerra no túmulo e sem outras explicações racionais, o mergulho no nada ou no incerto faz com que muitos se tornem incrédulos ou que não se preocupem com tal desfecho, aguardando com comportamentos inapropriados e negativos o que estaria por vir; como dizem alguns: é preciso experimentar de tudo enquanto se está vivo, porque depois, ninguém o sabe... Esta ideia limita a possibilidade do crescimento moral e espiritual do homem, pois se ele não sabe de onde veio, não sabe para onde vai e nem objetivamente o que está fazendo aqui na terra, a vida, o bem, o amor não terão nenhum sentido. Estas indagações permaneceram por muito tempo sem respostas.

Clamam alguns homens que os ensinamentos de Jesus para eles pouco serve, não consola, muito menos dá suporte para o entendimento da vida e seus desafios.

É importante ressaltar que não há nada que se equipare aos ensinamentos de Jesus, jamais será substituído por qualquer outro que possa dar maior sentido. Ele anunciou que no futuro o homem teria condições de receber o consolador que explicaria tudo o que ele estava dizendo e muito mais. Assim, os espíritos, no ano de 1857, com o lançamento de “O Livro dos Espíritos” trouxeram as respostas às indagações humanas, levantando o véu e apresentando as verdades eternas; estudá-las e aplicá-las à luz do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo é aumentar as possibilidades de acerto. Ditados pelos grandes nomes da humanidade é possível compreender e aproveitar melhor a vida para se chegar ao verdadeiro sentido dos ensinamentos de Jesus que é o de promover a transformação moral do homem.

Existirá sim um fim, do velho mundo moral, com seus conceitos equivocados, carcomidos, próprios das instituições dúbias e sem intenções nobres, para dar lugar ao mundo novo, renovado como o preconizou Jesus.

Cada homem neste mundo tem o dever de ser melhor, colaborar para a melhoria daqueles com quem se relaciona e fazendo todo o bem que lhe seja possível, somente assim, o fim deste tempo se abreviará para que nasça a nova era do amor e da Paz.

OS CÉUS ENVIARAM O CONVITE E O CORAÇÃO DE UM HOMEM ENCHEU-SE DE LUZ, NAS MÃOS DO MESTRE LIONÊS, A HUMANIDADE VIU FLORESCER NOVAMENTE A PRESENÇA DE JESUS.
Autor: Adelvair David

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