sábado, 31 de março de 2012

PALESTRA ESPÍRITA

Convidamos a todos para estarem conosco neste domingo dia 1º de Abril para uma palestra com o orador:
CARLOS ALBERTO BRAGA COSTA de Belo Horizonte - MG
Será as 19h30min no GRUPO ESPÍRITA BENEFICENTE MARIA DOLORES 
Sito à Rua 19, nº 768, Bairro São Judas Tadeu - Jales-SP
informações pelo fone: 17- 3632.9983 (Jane)
SEJAM TODOS BEM VINDOS AOS NOSSO CORAÇÕES

quinta-feira, 29 de março de 2012

Área Q - Revolução no cinema brasileiro

video
Um filme humanista, de valores. Um argumento original na história do cinema brasileiro. Representante de um gênero pouquíssimo explorado na cinematografia do país. Enredo que, por trás das aparições de supostos OVNI'S nas cidades de Quixadá e Quixeramobim, no interior do Ceará, traz uma mensagem positiva, uma reflexão sobre a nossa atuação no planeta e um chamado para intensificarmos ainda mais a necessidade de mudança e envolvimento.
Foi isso que o diretor Gerson Sanginitto, o ator Murilo Rosa e o produtor Luís Eduardo Girão defenderam na entrevista coletiva do filme“Área Q”, que abriu o II Festival de Cinema Transcendetal numa lotada sala Martins Penna do Teatro Nacional, em Brasília. Já no hall de entrada, a expectativa e a curiosidade do público eram visíveis. E após as quase duas horas de projeção sucederam-se palmas entusiasmadas e gestos de ovação pouco comuns, comprovando que o objetivo da equipe foi alcançado.
Co-produção Brasil/EUA, “Área Q” impressionou pela qualidade técnica acima da média, pela química entre os atores principais Isaiah Washington (da série Greys' Anatomy e protagonistas de diversos filmes importantes nos EUA), Murilo Rosa, Tânia Khalil e Ricardo Conti. Misturando drama, comédia e ficção, “Área Q” também coloca a própria paisagem única das duas cidades, grandiosas e misteriosas, como um personagem da trama. Os panoramas sobre as montanhas de Quixadá e Quixeramobim, fundamentais no desenvolver da história, foram favorecidos pelo uso de câmeras Panavision, uma das melhores do mundo.
Para Sanginitto, o filme carrega bastante simbologia. Nas locações, nos nomes dos personagem e em cada detalhe. Destacando o cuidado com o aspecto técnico, o acabamento e o próprio trato com os atores, que diferenciam a produção.
Murilo Rosa falou sobre sua experiência no set de filmagem: “Uma semelhança entre o meu personagem e as pessoas que eu conheci lá é que são pessoas evoluídas. Evolução não tem a ver com dinheiro, com poder. Tem a ver com pureza, com valores. E no interior, de todo o Brasil encontramos essas pessoas. Gente que não está contaminada pelo excesso de informação que temos na metrópole. E foi um laboratório pra mim, para um personagem que precisava dessa pureza”.
Luís Eduardo Girão, diretor da ONG Estação Luz e co-produtor do filme, completa: “é uma mensagem de transição planetária, de cultura de paz, de renovação, um filme que é muito deslocado de tudo que já fizemos até hoje pela abordagem. Então essa mensagem de renovação da vida e respeito ao meio ambiente é nova nos filmes que falam de OVNI'S. Com exceção de alguns filmes de Steven Spielberg, esse é um viés único no mundo”.
Segundo Girão, a escolha de Brasília para sediar o lançamento oficial de “Área Q” no Brasil – que estará nos cinemas no dia 13 de abril – e o próprio Festival de Cinema Transcendental se dá não apenas pela importância da cidade mas pelo grande histórico da região em relação a temas espiritualistas e a enorme presença de pessoas ligadas à área. A noite de abertura contou ainda com o belo show de Flávio Fonseca, renomado artista brasileiro.

segunda-feira, 19 de março de 2012

REFLEXÕES


AUTO CONFRONTO

O Espiritismo apresenta como necessidade maior para o ser humano, a reforma íntima, a modificação interior dos valores agasalhados na intimidade.

Este processo é o reconhecimento das imperfeições, e não é tarefa simples. O homem sempre altera o curso das novas propostas, em favor do desejo de permanecer como é aguardando melhor momento para a realização de suas mudanças.

A reforma íntima não só exige o ato de isolar a mazela para transformá-la minimizando-lhe a influência, como a determinação em realizar o auto confronto. Ficar frente a frente consigo mesmo e desafiar-se a viver uma nova vida; batalha a que nem todos estão dispostos, por exigir grande dispêndio de forças morais, sempre escassas em qualquer que necessite mudar. A vontade aguardará sempre o exercício na academia do bem.

O bem que fará aos outros com o novo comportamento fica em segundo plano em face do que poderá proporcionar a si mesmo, evitando o mal e as quedas a que deixa de estar suscetível; transformando-se em um verdadeiro distribuidor de bons valores. Neste sentido é necessário observar o ato de amealhar recursos visando o exercício da caridade; os meios devem ser sempre nobres para que não se corrompa doador e recebedor, pois que se assim for, o primeiro deixará de se beneficiar.

Muita gente tem sido ludibriada por alguns e pelas próprias crenças a esse respeito, quando acreditam que, para se tornar melhor basta adotar medidas pueris, realizar ações simplórias, tarefas sem comprometimento com a dignidade e com a vigilância; desejam a modificação automática de uma realidade íntima ruim para outra mais satisfatória sem esforço maior.

Necessário o auto confronto, se realmente o desejo é reformar a própria natureza. Comprometimento sério e sem desculpas com uma nova forma de sentir, pensar e agir; afinal, disse o Senhor Jesus: “brilhe a vossa luz”; a luz, disse Ele, não a treva de um passado obscuro e cheio de vícios, objetivando enganar a própria consciência.

Toda atitude, tarefa, atividade que vise auxiliar os outros, mas, não estimula a modificação de quem a está executando é falseada no seu princípio, mantendo desnorteados quem conduz e quem serve.

Amai-vos uns aos outros como eu vos amei, disse Ele; bom lembrar que é como Ele amou; com respeito e devoção ao bem real, que não coaduna com nenhuma postura equivocada e mundana, mas sim, estimula em primeiro plano o crescimento de quem faz.

CONFRONTA-TE, NÃO TE PERMITAS CONDUZIR SEM JESUS, TENDO CORAGEM DE MUDAR PARA SER FELIZ.
Autor: Adelvair David

quinta-feira, 15 de março de 2012

ENCONTRO DE UNIFICAÇÃO EM FERNANDÓPOLIS-SP

O Presidente da UNIÃO DAS SOCIEDADES ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, o Sr José Antonio Baliero, estará em Fernandópolis para a constituição da Diretoria da USE FERNANDÓPOLIS.
SERÁ NO DIA 25 DE MARÇO DE 2012 das 8h as 13h
Estão convidados as USES de Jales, Ilha Solteira e Santa Fé do Sul, para o horário das 10h até as 13h.
Local: Associação Espírita Missionários da Luz, Rua Itália, nº 88, Parque das Nações, Fernandópolis.

quarta-feira, 7 de março de 2012

ESTUDO DA OBRA "O LIVRO DOS ESPÍRITOS"


NESTA QUINTA-FEIRA, DIA 08 DE MARÇO, ESTAREMOS INICIANDO O ESTUDO DA OBRA: "O LIVRO DOS ESPÍRITOS" DE ALLAN KARDEC.
As aulas do mês de março serão compostas de apresentações sobre o nascimento do espiritismo.
Será no horário excepcional das 19h30´, no mês de março, depois a partir de abril será no horário das 20h.
Local: Grupo Espírita Beneficente Maria Dolores, sito à Rua 19, nº 768, Bairro São Judas Tadeu - Jales,SP.
SEJA BEM VINDO, VENHA ESTUDAR CONOSCO A DOUTRINA ESPÍRITA.
Espíritas: "Amai-vos e Instruí-vos" (Allan Kardec)
informações pelo fone: 17. 3632.9983 (Jane)ou pelo e-mail: addavid@ig.com.br (David)

segunda-feira, 5 de março de 2012

DIVALDO RECEBE MEDALHA


No dia 19 de dezembro, Salvador, em reunião especializada na sede do Ministério Público da Bahia comandada pelo Chanceler Procurador Geral da Justiça Dr. Wellington César Lima e Silva, Divaldo Franco recebeu nesta manhã a Medalha do Mérito pelos serviços prestados à comunidade baiana e brasileira.
O seu nome, quando foi indicado, recebeu unanimidade de votos do Egrégio Colégio de Procuradores do Estado da Bahia. No ato da entrega da Medalha e do respectivo diploma, estavam presentes todos os Procuradores e outras autoridades do Ministério Público do Estado da Bahia. Ao meio dia, em entrevista a TV Jornal Bahia, repetidora da Globo, Divaldo enfatizou a importância da Cultura da Paz. À noite, a Praça do Campo Grande estava iluminada...
É o 14º Movimento Você e a Paz, expandindo a mensagem de Jesus, “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei.” O talento de Nando Cordel, irradiando alegria, entusiasmou o público presente com cantos. Em seguida, aconteceu a cerimônia de entrega do troféu Você e a Paz, instituído pela Mansão do Caminho, em gratidão as personalidades que se destacaram por trabalhos em prol da Humanidade. Oradores elucidaram a necessidade de preservar a Paz Universal.
O Idealizador do Movimento, Divaldo Pereira Franco, destacou a Lei do Amor, a alegria de viver para conquistar a Paz interior, que é condição essencial para a Felicidade. Encerrando, com “A Canção Pela Paz”, de Nando Cordel.

domingo, 4 de março de 2012

REFLEXÕES



O OBSERVATÓRIO DE DEUS

Deus observa o homem através do seu coração.

A vida de cada um tem a paisagem que os olhos do coração podem ver. A ninguém se convencerá de ter uma vida excelente, se este mesmo assim não a sentir.

Quando disse Jesus: “Com a mesma medida com que medirdes sereis medidos”, ele anunciava que a visão da existência de cada pessoa é produto das suas próprias medidas. Que ninguém poderá subtrair recursos alheios, pois que estes não lhe pertencerão, satisfazendo-o no momento, porém, gerando nova necessidade, cada vez maior.

Por isso, ter uma visão otimista da vida é dever emocional de tantos quantos desejam permanecer em paz, apesar dos enfrentamentos e desafios.

Alguém dirá: Deus não nos vê; dirão outros: é impossível que nos veja a todos, pois que somos tão numerosos neste mundo... É certo, informam os espíritos venerandos, que Deus nos vê a todos, como alguém que no cume de uma montanha pode ver os bilhões de grãos de areia na planície. Mas, a visão de Deus, segundo Jesus, a nosso respeito, é a do amor profundo por Sua criatura; a vida de cada um é uma oportunidade valiosa para a construção da ética que deve regê-lo neste mundo. Evoluir é determinismo do criador; escolher quando, até certo ponto, é escolha consciencial de cada vivente; retardar as escolhas de crescimento é adiar a felicidade e, muitas vezes, projetar sofrimentos.

Quando visualizamos alguém, Deus estará observando aquela pessoa pelos olhos do nosso coração; Ele imprimirá amor e misericórdia em nosso olhar para que a nossa permanência na presença do outro seja a mais construtora possível, mesmo que este tenha defeitos. Se o nosso coração estiver corrompido pelos maus sentimentos, então obscureceremos o olhar proposto pelo Pai e visualizaremos a todos como as nossas imperfeições nos indicarem.

Pensemos! Temos um observatório divino em nosso coração; aproveitemos para saber escolher enxergar conforme Deus nos vê. Então, viveremos mais serenos e teremos prazer em estar com nossos irmãos; do jeito que eles podem estar; como Deus também permite a nós estarmos segundo o nosso entendimento.

O OLHAR DE BRANDURA ACALMA E MOTIVA O OUTRO, FELICITANDO-NOS PRIMEIRO.

Autor: Adelvair David 

sábado, 3 de março de 2012

OPINIÃO DE DIVALDO SOBRE A "ENXURRADA DE LIVROS ESPÍRITAS" NO MERCADO


Segue trechos da entrevista de Divaldo Franco do livro Conversando com Divaldo Pereira Franco editado pela Federação Espírita do Paraná sobre as obras espíritas.

FEP: O movimento espírita tem sido invadido por uma enxurrada de publicações que trazem a informação de serem mediúnicas. Temos visto que os dirigentes, vários deles, não utilizam qualquer critério de seleção doutrinária. O que nos aconselha?

Divaldo: "O nosso pudor em torno do Index Expurgatorius da Igreja Romana leva-nos, sem nos darmos conta, a uma tolerância conivente. Como não nos é lícito estabelecer um mapa de obras que mereçam ser estudadas em detrimento daquelas que trazem informações inautênticas em torno dos postulados espíritas, muitos dirigentes, inadvertidamente, divulgam obras que prejudicam mais a compreensão do Espiritismo do que aclaram.

É muito comum dizer: mas é muito boa! Mas, muito boa, porém não uma obra espírita e no que diz respeito à mediunidade, a mediunidade ficou tão barateada, tão vulgarizada, que perdeu aquele critério com que Allan Kardec a estuda em “O Livro dos Médiuns”.

O médium é médium desde o berço. Os fenômenos nos médiuns ostensivos começam na infância e quando têm a felicidade de receber a diretriz da Doutrina, torna-se o que Chico Xavier denominava com muita beleza: mediunidade com Jesus. O que equivaleria dizer: a mediunidade ética, a mediunidade responsável, criteriosa, a mediunidade que não se permite os desvios do momento, os modismos.

Mas a mediunidade natural pode surgir em qualquer época e ela surge como inspiração. O indivíduo pode cultivá-la, desenvolve-la naturalmente.

Vem ocorrendo uma coisa muito curiosa, pela qual, alguns espíritas desavisados, de alguma maneira, são responsáveis: se o livro é de um autor encarnado, não se lê, porque como se ele não tivesse autoridade de expender conceitos em torno da Doutrina. Mas, se é um livro mediúnico, ele traz um tipo de mística, de uma chancela, e as pessoas logo acham que é o máximo. Adotam esse livro como um Vade Mecum, trazendo coisas que chocam porque vão de encontro aos postulados básicos do espiritismo.

Entra agora uma coisa que é profundamente perturbadora: o interesse comercial. Vender o livro sob a justificativa de que as Casas Espíritas necessitam de recursos. Para atender as necessidades, vendem obras de autoajuda, de esoterismo, de outras doutrinas, quando deveríamos cuidar de divulgar as obras do Espiritismo, tendo um critério de coerência.

Quando visitei Paris pela primeira vez, em 1967, eu fui ver e conhecer a Union Spirite Française que ficava na Rua Copernique, número 8. Era período de férias, agosto a setembro, praticamente a Europa fecha-se e a França, principalmente. A Union estava fechada. Chamou-me a atenção as vitrinas que exibiam obras: não tinha uma espírita. Eram obras esotéricas, eram obras hinduístas, eram obras de Madame Blavatsky. São todas respeitáveis, mas não temos compromisso com elas. O nosso compromisso é com Jesus e com Kardec, sem nenhum fanatismo e sem nenhuma restrição pelas outras obras, que consideramos valiosas para cultura, para ampliação do entendimento. Mas, temos que optar por conhecer a Doutrina que professamos.

Verificamos, neste momento, essa enxurrada perniciosa, porque saem mais de cinqüenta títulos de obras pseudomediúnicas por mês, pelo menos que nos chegam através dos catálogos, tornando-se impossíveis de serem lidas. O que ocorre? Eu recebo entre 10 e 20 solicitações mensais, pedindo aos Espíritos prefácios para obras que ainda estão sendo elaboradas. A pressa desses indivíduos de projetar a imagem, de entrarem nesse pódium do sucesso é tão grande que ainda não terminaram de psicografar - quando é psicográfica - ou de transcrevê-la, quando é inspirada, ou de escrevê-la, quando é de próprio punho, de própria concepção, já preocupado com o prefácio. Eu lhes digo: Bom, aos Espíritos eu não faço solicitações. Peço desculpas por não poder mandar o prefácio desejado. Espere, pelo menos, concluir o trabalho. Pode ser que eu morra, pode ser que você morra e pode ser que o Guia reencarne antes de terminar a obra.

É uma onda de perturbação para minar-nos por dentro. O Codificador nos recorda que os piores inimigos estão no próprio Movimento, o que torna muito difícil a chamada seleção natural. Nós deveremos ter muito cuidado ao examinar esses livros. Penso que as instituições deveriam ter uma comissão para lê-los, avaliar a sua qualidade e divulgá-los ou não, porquanto as pessoas incautas ou desconhecedoras do Espiritismo fascinam-se com ideias verdadeiramente absurdas.

Tenho ouvido e visto declarações pessoais de médiuns que dizem não serem espíritas e não terem nenhum vínculo com qualquer “ismo”; são livres atiradores e as suas obras são vendidas nos Centros Espíritas, porque vendem muito. Até amigos muito queridos têm, em suas livrarias, nos Centros Espíritas que frequentam, essas obras que são romances interessantes, como os antigos romances de Agatha Christie, de M. Dellyt e tais. Mas essas obras não são espíritas, embora ditadas por um Espírito, mas ditadas ao computador.

Essas obras são muito interessantes, ninguém contesta, mas o tempo que se gasta, lendo-as, é um desvio do tempo de aprendizagem da Doutrina Espírita. As pessoas ficam sempre à margem, não se aprofundam. Observo, em nossa Instituição, pelas perguntas infantis que me fazem.

É necessário que procuremos divulgar a Doutrina, conforme nós a herdamos do ínclito Codificador e das entidades venerandas, que preservaram essa Doutrina extraordinária, para que nós possamos contribuir com a construção de um mundo melhor.

A respeito desses livros que proliferam, me causam surpresa, quando amigos com quarenta, cinqüenta anos de idade, pessoas lúcidas, pessoas cultas, que nunca foram médiuns, ou, pelo menos, jamais o disseram, escrevem livros até ingênuos, que nem são bons nem são maus, e rotulam como mediúnicos e passam a vender, porque são mediúnicos.

Realmente, a questão deve ser muito bem estudada, inclusive, penso, que pelo Conselho Federativo Nacional para se tomar uma providência. Não de cercear-se a liberdade — não temos esse direito, mas pelo menos de esclarecer os leitores e procurar demonstrar quais são as características de uma obra espírita e as características de uma obra imaginativa.

Um dos livros mais vendidos, dito mediúnico, tem verdadeiras aberrações, em que a entidade fez do mundo espiritual uma cópia do mundo físico, ao invés de o mundo físico ser uma cópia do mundo espiritual. Inverteu, porque o Espírito está tão físico no mundo espiritual! E um Espírito do sexo feminino, que tem os fluxos catamênicos (menstruais) no mundo espiritual e que vai ao banheiro e dá descarga!

Outras obras, igualmente muito graves, falam de relacionamentos sexuais para promoverem reencarnação no Além. Ora, a palavra reencarnação já caracteriza tomar um corpo de carne. Como reencarnar no Além, no mundo de energia, de fluidos, onde não existe a carne? O Além, com ninhos de passarinhos multiplicando-se, em que as aves vêm, chocam e nascem os filhotinhos. Não é que estejamos contra qualquer coisa, mas é que são delírios, pura fascinação.

Acredito que alguns desses médiuns são médiuns autênticos. Ocorre que eles não perderam a mediunidade, a sua faculdade mediúnica é que mudou de mãos, daquelas entidades respeitáveis para as entidades frívolas que estão criando verdadeiros embaraços, porque em determinados seminários, palestras, fazem perguntas diretas e ficamos numa situação delicada, porque citam os nomes. Toda vez que dizem os nomes eu me recuso responder. Numa pergunta em tese muito bem, mas declinar nomes, não. Não tenho esse direito de levar alguém ao escárnio.

Dessa forma, o problema é mais grave do que parece, porque muitos também estão fazendo disso profissão, embolsam o resultado das vendas. Enquanto outros justificam obras de má qualidade, por terem um objetivo nobre: ajudar obras de assistência social. Os meios não justificam os fins."