terça-feira, 30 de agosto de 2011

A MEDIUNIDADE E O ERRÔNEO CONCEITO

Vulgarizou-se o costume incorreto de generalizar-se todo e qualquer problema de natureza mediúnica, portanto, criando-se o errado conceito de que os enfermos, os inquitos e portadores de conflitos, de dificiculdades econômicos, emocionais, psíquicas e sociais, ou  que vêm experimentando dissabores e desafios não resolvidos, devem desenvolver a mediunidade, e logo são levados às lamentáveis exibições de fenômenos nervosos, histéricos, anímicos e, às vezes, mediúnicos atormentados, nuns produzindo medo irreversível, noutros produzindo hilaridade e em diversos mais, deslumbramentos. Dão a impressão de haver descoberto o fio de Ariadne, da mitologia grega, que os irá retirar do labirinto, onde nem sequer conseguiram matar o Minotauro, significando as suas aflições e tormentos, nos dédalos por onde deambulam em círculo, sem encontrar a porta de saída. Adentraram-se, irresponsavelmente, no tremedal e agora desejam a liberação de forma equivalemte, leviana.

Da obra: Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos - espírito: Manoel Filomeno de Miranda - médium: Divaldo Franco

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