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Mostrando postagens de Janeiro, 2011
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A TRAVE NO OLHO
No tocante à observação do mundo, pouco alcance tem a visão do homem.
Notório observar que cada pessoa elabora sua própria tese a respeito do que visualiza; influenciados ou não por seguimentos religiosos ou outras manifestações do pensamento humano, faz imprecisa análise da realidade de acordo com a sua maturidade emocional, moral e espiritual.
Sentenciam alguns que o mundo não tem jeito; outros que tudo está perdido e que a família e o lar irão se diluir até o seu desaparecimento. Profetizam que nossos filhos sucumbirão sob o jugo da drogadição desembocando em total decrepitude.
É compreensível, embora não aceitável, a visão do homem a respeito do que experimenta enquanto ser gregário que é. A janela pela qual vê a vida é a da sua intimidade, onde residem os seus valores e conquistas. Disse-nos o Mestre amorável, Nosso Senhor Jesus Cristo: [...] “não vedes a trave que está no vosso olho”.
Os olhos ainda doentes, ou seja, alma referta de imperfeições, só pode ver as coisas…

REFLEXÕES

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SOLIDÃO
O espírito humano tem uma tendência costumeira à solidão.
Em princípio, somos levados a acreditar que este sentimento estrutura-se na falta de uma companhia, ou de pessoas que possam permitir a convivência em qualquer nível que seja.
É importante observar, que quando indagado, o solitário reclama de uma estranheza que lhe invade a alma instigando-o a afastar-se das pessoas; diz sempre que mesmo na companhia de alguém especial, ou de muitos corações queridos, sente-se profundamente relegado a um tipo de abandono que não sabe explicar, encontrando-se sozinho mesmo acompanhado.
Relata que mesmo em uma festa ou no meio de uma multidão, e fazendo exatamente aquilo que gosta de fazer, sente-se desorientado, perdido e tomado por um incomensurável distanciamento de todos, como se tudo estivesse em evidência em um ambiente de muitas cores, e ele sendo o único sem qualquer coloração.
Por isso afirmamos que a solidão não é a falta de alguém ou de alguma coisa, mas sim, a falta que a pessoa fa…

FESTA DO CACHORRO QUENTE

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O GRUPO ESPÍRITA BENEFICENTE MARIA DOLORES convida a todos para a festa do CACHORRO QUENTE, que se dará no dia 22 de janeiro de 2011, a partir das 20h no COMBOIO em Jales-SP. os ingressos já estão a venda com os trabalhadores da casa. PARTICIPE CONOSCO é um momento de grande alegria informações pelo fone: 17- 3632.9983 (Jane)

150 anos de 'O LIVRO DOS MÉDIUNS"

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1ª edição de "O livro dos médiuns" Entrevistando Allan Kardec
Em 15 de janeiro de 1861, Allan Kardec lançava O Livro dos Médiuns, que ele considerou “Guia dos Médiuns e dos Evocadores”. Por ocasião do Sesquicentenário dessa efeméride, transcrevemos trechos do citado livro, em forma de entrevista com o Codificador.

P: Qual o objetivo de O Livro dos Médiuns?
Allan Kardec: “O objetivo consiste em indicar os meios de desenvolver a faculdade mediúnica, tanto quanto o permitam as disposições de cada um e, sobretudo, dirigir-lhe o emprego de maneira proveitosa, quando não existir a faculdade”.“Esperamos que ela contribua para imprimir ao Espiritismo o caráter sério que constitui a sua essência e para evitar que haja quem nele veja objeto de frivolidade e de divertimento”.
P: Como comprovar a mediunidade?
Allan Kardec: “Infelizmente, não dispomos até hoje de nenhum meio para diagnosticar, ainda que de forma aproximada,
que alguém possua essa faculdade. [...] Só existe um meio de se comprov…

NOVO ANO? OLHA O TEMPO...

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REFLEXÕES

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PROPOSTAS O que propomos?
Estamos no limiar do novo ano. Todos os humanos desejam que ele seja bom e cheio de realizações. Importante não esquecer que o ano novo é sempre bom e traz possibilidades infindas de crescimento.
Quando propomos para o ano novo, estamos propondo para nós mesmos. Somos os artífices do nosso próprio destino, guiados por Deus para o cumprimento das nossas metas existenciais, elaboradas ainda no mundo extracorpóreo; estas metas estão em profunda sintonia com nossas necessidades, e em torno delas, vai-se tecendo nossas vidas; nossas escolhas, decisões, pensamentos e sentimentos dão as cores das nossas experiências.
Muitos aguardam que o ano novo seja marcado pela chegada de um grande amor; sendo o amor uma experiência interior e intransferível, ele não virá de ninguém; quem deve amar somos nós. Quando oferecemos o coração para o bem de todos, ficamos repletos dos seus benefícios podendo compartilhá-lo com quem nos sintonize os sentimentos.
Na esfera material, conclui-s…