domingo, 30 de janeiro de 2011


A TRAVE NO OLHO
No tocante à observação do mundo, pouco alcance tem a visão do homem.
Notório observar que cada pessoa elabora sua própria tese a respeito do que visualiza; influenciados ou não por seguimentos religiosos ou outras manifestações do pensamento humano, faz imprecisa análise da realidade de acordo com a sua maturidade emocional, moral e espiritual.
Sentenciam alguns que o mundo não tem jeito; outros que tudo está perdido e que a família e o lar irão se diluir até o seu desaparecimento. Profetizam que nossos filhos sucumbirão sob o jugo da drogadição desembocando em total decrepitude.
É compreensível, embora não aceitável, a visão do homem a respeito do que experimenta enquanto ser gregário que é. A janela pela qual vê a vida é a da sua intimidade, onde residem os seus valores e conquistas. Disse-nos o Mestre amorável, Nosso Senhor Jesus Cristo: [...] “não vedes a trave que está no vosso olho”.
Os olhos ainda doentes, ou seja, alma referta de imperfeições, só pode ver as coisas influenciada pela trave da moral duvidosa que lhe distorce e exagera a realidade, produzindo sentimentos de desconfiança, de pessimismo e de temor quanto ao futuro.
Milhares de criaturas, verdadeiras estrelas semeadas na humanidade, trabalham brilhando os valores do bem por toda parte. Corações bondosos devolvem a esperança, minimizam as dores, cobrem o frio, auxiliam os animais, reparam a natureza, refrescam a boca ressequida do sedento de água e atenção; tudo é benção sendo distribuída em nome do amor, cobrindo a terra à semelhança de pequeninas e coloridas flores que se espalham pelos campos, inebriando de perfumes o observador que lhe contempla.
É preciso confiar em Deus, trabalhar na construção de uma vida melhor sem temores ou prevenções. O criador designou uma alma especial para cuidar do mundo. Jesus é o porto seguro de todos os habitantes deste planeta e conduzirá a todos, como ele mesmo prometeu, à felicidade, que mais cedo ou mais tarde chegará ao coração de todos.
COLABORA SERVINDO E COLHERÁS OS FRUTOS EM FORMA DE CONFIANÇA E PAZ, TRAZENDO SOSSEGO AO TEU CORAÇÃO.
Autor da mensagem: Adelvair David - publicada no jornal "Folha Noroeste" da cidade de Jales-SP, em 29 de janeiro de 2011.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

REFLEXÕES

SOLIDÃO
O espírito humano tem uma tendência costumeira à solidão.
Em princípio, somos levados a acreditar que este sentimento estrutura-se na falta de uma companhia, ou de pessoas que possam permitir a convivência em qualquer nível que seja.
É importante observar, que quando indagado, o solitário reclama de uma estranheza que lhe invade a alma instigando-o a afastar-se das pessoas; diz sempre que mesmo na companhia de alguém especial, ou de muitos corações queridos, sente-se profundamente relegado a um tipo de abandono que não sabe explicar, encontrando-se sozinho mesmo acompanhado.
Relata que mesmo em uma festa ou no meio de uma multidão, e fazendo exatamente aquilo que gosta de fazer, sente-se desorientado, perdido e tomado por um incomensurável distanciamento de todos, como se tudo estivesse em evidência em um ambiente de muitas cores, e ele sendo o único sem qualquer coloração.
Por isso afirmamos que a solidão não é a falta de alguém ou de alguma coisa, mas sim, a falta que a pessoa faz a si mesma. Sem condições de conviver em ambiente íntimo de paz, devido as constantes sabotagens da verdade e da fidelidade, da falta de transparência e dignidade no relacionamento com o outro, do cultivo do egoísmo e do orgulho, insculpe-se-lhe angustiante amargura na alma, confinando-o a um estado de recolhimento em ambiente sombrio e triste.
Necessário lembrar que é preciso lidar com a vida no clima da verdade que já nos é conhecida. Melhor estruturar valores nobres na alma, de compreensão em relação aos outros sem julgamentos. Evitar a postura de tudo fazer para levar vantagem sobre quem quer que seja principalmente daqueles que aparentemente não sabem se defender seja por ignorância ou até mesmo por conveniência; este comportamento redunda em ecos intermináveis na consciência, instalando a culpa e o remorso, que mesmo inconsciente, carregam a pessoa por longo tempo em estado de temor íntimo e sentimento de profundo abandono.
Asseverou-nos o divino amigo a Simão Pedro, no belo relato do espírito Amélia Rodrigues: “Ama Simão, em qualquer situação e sob qualquer aspecto, ama” [...]
AMA, DESPRENDENDO-TE DE TI MESMO, E ESTARÁS EM PAZ NA TUA E NA COMPANHIA E PRESENÇA DE TODOS, EM SUAVE SINTONIA COM O AMOR DE DEUS.
Autor da mensagem: Adelvair David - publicada no jornal "Folha Noroeste" da cidade de Jales,SP em 15 de janeiro de 2011.

domingo, 9 de janeiro de 2011

FESTA DO CACHORRO QUENTE

O GRUPO ESPÍRITA BENEFICENTE MARIA DOLORES
convida a todos para a festa do CACHORRO QUENTE, que se dará no dia 22 de janeiro de 2011, a partir das 20h no COMBOIO em Jales-SP.
os ingressos já estão a venda com os trabalhadores da casa.
PARTICIPE CONOSCO
é um momento de grande alegria
informações pelo fone: 17- 3632.9983 (Jane)

sábado, 8 de janeiro de 2011

150 anos de 'O LIVRO DOS MÉDIUNS"

1ª edição de "O livro dos médiuns"
Entrevistando Allan Kardec
Em 15 de janeiro de 1861, Allan Kardec lançava O Livro dos Médiuns, que ele considerou “Guia dos Médiuns e dos Evocadores”. Por ocasião do Sesquicentenário dessa efeméride, transcrevemos trechos do citado livro, em forma de entrevista com o Codificador.

P: Qual o objetivo de O Livro dos Médiuns?
Allan Kardec: “O objetivo consiste em indicar os meios de desenvolver a faculdade mediúnica, tanto quanto o permitam as disposições de cada um e, sobretudo, dirigir-lhe o emprego de maneira proveitosa, quando não existir a faculdade”.“Esperamos que ela contribua para imprimir ao Espiritismo o caráter sério que constitui a sua essência e para evitar que haja quem nele veja objeto de frivolidade e de divertimento”.
P: Como comprovar a mediunidade?
Allan Kardec: “Infelizmente, não dispomos até hoje de nenhum meio para diagnosticar, ainda que de forma aproximada,
que alguém possua essa faculdade. [...] Só existe um meio de se comprovar sua existência: é experimentar”.
P: Qual é o objetivo da mediunidade?
Allan Kardec: “Este dom de Deus não é concedido ao médium para o seu deleite e, ainda menos, para satisfação de suas ambições, mas para a sua melhora espiritual e para que os homens conheçam a verdade”.
P: E qual seria a finalidade do Espiritismo?
Allan Kardec: “Se o Espiritismo deve, conforme foi anunciado, promover a transformação da Humanidade, é claro que ele só poderá fazê-lo pelo melhoramento das massas, o que se dará gradualmente, pouco a pouco, em consequência do aperfeiçoamento dos indivíduos.
[...] A bandeira que desfraldamos bem alto é a do Espiritismo cristão e humanitário, em torno do qual já temos a ventura de ver tantos homens reunidos, em todas as partes do globo, por compreenderem que aí está a âncora de salvação, a salvaguarda da ordem pública, o sinal de uma Nova Era para a Humanidade”.
(parte da matéria publicada no Reformador de Janeiro de 2011)

sábado, 1 de janeiro de 2011

NOVO ANO? OLHA O TEMPO...


REFLEXÕES


PROPOSTAS
O que propomos?
Estamos no limiar do novo ano. Todos os humanos desejam que ele seja bom e cheio de realizações. Importante não esquecer que o ano novo é sempre bom e traz possibilidades infindas de crescimento.
Quando propomos para o ano novo, estamos propondo para nós mesmos. Somos os artífices do nosso próprio destino, guiados por Deus para o cumprimento das nossas metas existenciais, elaboradas ainda no mundo extracorpóreo; estas metas estão em profunda sintonia com nossas necessidades, e em torno delas, vai-se tecendo nossas vidas; nossas escolhas, decisões, pensamentos e sentimentos dão as cores das nossas experiências.
Muitos aguardam que o ano novo seja marcado pela chegada de um grande amor; sendo o amor uma experiência interior e intransferível, ele não virá de ninguém; quem deve amar somos nós. Quando oferecemos o coração para o bem de todos, ficamos repletos dos seus benefícios podendo compartilhá-lo com quem nos sintonize os sentimentos.
Na esfera material, conclui-se que a felicidade chega quando se tira a sorte grande, e as cifras acumuladas permitam a concretização de todas as vontades. Ter mais ou ter menos faz parte da necessidade moral e espiritual de cada um. O trabalho e a gratidão ao que se possui, em qualquer posição onde se encontra a criatura, são os melhores e mais lícitos meios de se chegar ao que se é direito possuir. A felicidade não está afeta às conquistas por fora, mas sim às que se amealham por dentro. Disse-nos o venerando mestre Nazareno, o Senhor Jesus: “tratai de juntar tesouros no céu”.
Ano novo, tempo novo, propício para a busca do verdadeiro crescimento.
Visualizamos nos olhos de todos os homens de boa vontade, o brilho da esperança e as aspirações de paz, de maneira que, as mentes se enchem de propostas que certamente farão parte das lutas e esforços de cada dia do ano que se inicia.
É momento de buscarmos os ideais nobres, ressuscitarmos o desejo por novos valores, pelos empreendimentos que façam florescer novamente a vida nos corações sofredores. Afinal! A vida é um presente de Deus, que quer que sejamos felizes. Sejamos felizes então... Façamos brilhar a luz de nossa natureza divina, pois somos filhos de Deus, e podemos fazer por nós, pelas nossas vidas e pelos nossos irmãos muito mais do que temos feito.
VAMOS PROPOR O BEM PARA A COLHEITA DA PAZ, HOJE, AGORA E PARA SEMPRE.
Autor: Adelvair David - mensagem publicada no Jornal "Folha Noroeste" da cidade de Jales, em 31 de dezembro de 2010.