REFLEXÕES

LIBERDADE CONSCIENCIAL
“O pior uso que se pode fazer da liberdade é abdicar dela” (Victor Marie Hugo)
Nem submissão, nem domínio.
Transita o pensamento do homem nos caminhos dos desejos da liberdade sonhada.
Acreditam alguns que num futuro próximo, as regras, as normas, os deveres serão abolidos, e viajam nas asas da sua ilusão.
Imperfeito e carecendo de orientação, o homem não compreende que obra mais pelo estímulo e reação do que por sentimento e razão. Neste entendimento é preciso atentar que o fato de possivelmente ter-se uma sociedade sem regras e Leis, onde possa comportar-se anarquicamente, isto não lhe trará liberdade alguma, apenas mais prisões íntimas, de onde não se libertará até que apague o último vestígio dos seus enganos.
Só não seriam necessários os mecanismos de direcionamento através de normas, se o homem já pudesse expressar na conduta e no sentimento o que hoje lhe é imposto.
A única liberdade real é a da consciência; tem muita gente que faz o que quer e vive mergulhado num poço de amargura e culpa; se estivesse realmente fazendo uso da liberdade verdadeira não sentiria tal desconforto; neuratizado e expressando esquisitices no comportamento a pessoa tenta desfocar a cobrança da consciência, que grita anunciando-lhe o engano.
A ignorância aconselha mal o homem e o faz teimoso e renitente, onde então sofrerá as conseqüências moral, social e espiritual da ousadia em contrariar exatamente o que lhe pode libertar. As leis Divinas e humanas foram instituídas para instruí-lo e orientá-lo caminho do progresso humano e espiritual que necessita fazer, até o seu destino de aperfeiçoamento absoluto quando experimentará o estado de angelitude, conquistada.
Jesus deu ao homem o ensinamento para se obter a verdadeira liberdade; fazendo o que Ele ensinou a criatura se liberta do jugo da culpa derivada das conseqüências emocionais da escolha infeliz, já que a maioria dos delitos graves acontece na sua relação com o semelhante. Disse Ele: “Ama a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo”.
Sê livre agindo e respeitando os deveres conscienciais, jamais fugindo ou desejando contrariá-los.
Autor: Adelvair David - mensagem publicada no Jornal "Folha Noroeste" da cidade de Jales em 06-06-10

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