terça-feira, 19 de agosto de 2008

REFLEXÕES

DISCURSO “OCO”
Quando dizemos algo, estamos nos propondo revestir de palavras as idéias que desfilam em nossa mente, porém, nem tudo o que pensamos chega aos lábios.
Existe um mundo de intenções, interesses, que não é do conhecimento de quem ouve.
As palavras fluem impregnadas do que está na nossa natureza. Há discurso que convence, que não convence, que impressiona, que emociona, atendendo sempre ao oculto desejo de quem discursa.
Muito mais do que pensamentos, as palavras carregam as energias inerentes aos nossos sentimentos. Quando falamos em honestidade, sendo desonesto, aquele que ouve experimenta um grande desconforto e imediatamente nos repele, porque recebe o termo honestidade, impregnado de desonestidade.
O espírito humano vibra na freqüência dos seus sentimentos. Se os possui ruins, se os nutre, sem o desejo de modificá-los, se toda a sua vida está voltada para as realizações materiais, grande parte do seu conteúdo emocional está comprometido negativamente, logo, tudo o que disser, soará aos ouvintes como um “discurso oco”. Disse-nos Jesus: A boca fala do que está cheio o coração.
Pais, amigos, irmãos, educadores, é mister que vivam sob bons princípios e ações de elevada moral. Há que se entender que não falamos para corpos, mas para espíritos que possuem corpos temporários, capacitados a sentir a realidade e não as nossas produções verbais.
Nenhuma fala construída com frases de efeito poderá disfarçar as pendências morais inferiores de quem não está disposto a retificar o caminho tortuoso.
Jesus é o modelo real. A Sua fala é diretriz máxima para a vida.
PARA FALAR DE AMOR, É PRECISO PRIMEIRO VIVER O AMOR.
Adelvair David

Um comentário:

Anônimo disse...

Suas palavras nos faz refletir, e isso nos auxilia, porque ás vezes, nos achamos sem um porto seguro. obrigada Espírito Amigo, por tudo que nos dá. Um Abrajo.